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O que comer antes e depois do treino - Mulheres (21/02/17)




Não basta só fazer exercícios físicos, não! Para ter aquele corpo que sempre sonhou é necessário fazer uma dieta específica. Confira também as outras páginas do programa: Site - http://tvgazeta.com.br/mulheres Facebook - http://facebook.com/gazetamulheres Twitter - http://twitter.com/gazetamulheres Instagram - http://instagram.com/gazetamulheres
From: Mulheres


via https://www.youtube.com/watch?v=JrbrCojVPts

9 Características de uma pessoa tímida


Muitas pessoas são percebidas como tímidas pelos outros. Isso se dá devido a forma como ela se comporta nos momentos do convívio social.

Algumas pessoas tímidas podem apresentar algumas dificuldades na relação com o outro e, em alguns casos, não conseguem compreender os motivos dessas dificuldades. É comum também que algumas pessoas não se classifiquem como tímidas, mesmo quando são vistas pelos outros dessa maneira.

Para compreendermos um pouco mais sobre essa questão, destaquei nove das principais características das pessoas tímidas. Confira:

1) Cobrança excessiva de si mesmo

Muitas pessoas tímidas acabam fazendo uma cobrança muito alta de si mesmas. Ou seja, elas cobram que se comportem de maneira perfeita perante o outro e acabam demonstrando comportamentos “robotizados” pois sentem dificuldades em agir de forma natural.

2) Dificuldade em lidar com imprevistos.

A pessoa tímida é aquela que geralmente pensa no que pretende fazer e o faz como planejado. Quando algum imprevisto acontece, algo que ela não tinha pensando que poderia acontecer, isso faz com que ela tenha mais dificuldades em lidar com essa situação, afinal, fugiu do que estava planejado.

3) Insatisfação com as próprias ações

Por ser muito exigente consigo mesma, a pessoa tímida acaba tendo mais arrependimentos, ficando insatisfeita com a maneira como agiu. São pessoas que geralmente ficam pensando sobre como agiram e como poderiam ter feito melhor. Com o tempo isso acaba trazendo certo sofrimento.

homem-envergonhado

4) Não consegue interagir com outro de forma espontânea

Ser espontâneo é muito difícil para a pessoa tímida, principalmente por que ela sente que precisa agir de uma forma já predeterminada, fazendo com que tenha maior dificuldade em demonstrar quem ela é e agir de uma maneira mais espontânea.

5) Embotamento

O embotamento é a dificuldade em expressar os sentimentos e as emoções. A pessoa tímida geralmente esconde esses sentimentos pois não quer que o outro saiba como ela está se sentindo. É comum também que a pessoa disfarce o seu sentimento, tentando encobri-lo, para não transparecer para o outro como ela está se sentindo.

6) Introversão

A introversão está intimamente ligada a timidez. O introvertido é aquele que volta para o seu mundo interior e se preocupa mais consigo mesmo do que com os outros, sendo uma pessoa mais contida e centrada nas próprias atitudes. São pessoas mais caladas que não buscam a atenção nem a aceitação do outro. Preferem observar ao agir.

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7) Dificuldade para falar em público

Essa é uma característica muito comum. As pessoas tímidas podem sentir mais dificuldade para falar em grupos e principalmente em público. São aquelas pessoas que sofrem para apresentar um trabalho, que ficam nervosas ao ver um grande número de pessoas.

8) Dificuldade para expressar o que pensa

Assim como há a dificuldade para demonstrar os sentimentos, as pessoas tímidas geralmente têm maiores dificuldades para dar opiniões e dizer o que pensam. Principalmente se precisam discordar do outro ou fazer isso na frente de outras pessoas. São aquelas pessoas que ficam pensando sobre os assuntos, mas não conseguem expressar o que pensam. É comum também que, quando acabam expressando o que pensam, o fazem de uma maneira insatisfatória.

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9) Falta de habilidades sociais

As habilidades sociais são um conjunto de habilidades referentes ao convivo e a interação social. Ou seja, são habilidades que desenvolvemos ao conviver com os grupos. As pessoas tímidas têm essas atividades pouco desenvolvidas, pois preferem se afastar dos grupos. Para as pessoas tímidas, é mais fácil conversar e conviver com poucas pessoas do que com um grupo maior.

Você se identificou com alguma dessas características?

Nada de se preocupar. A timidez não é necessariamente algo ruim. Só se torna algo prejudicial quando traz algum tipo de sofrimento para o sujeito. É interessante ter em mente que muitas habilidades sociais são aprendidas e que há como se tornar mais extrovertido, desde que sejam feitas algumas mudanças pontuais na sua vida, com treinamentos e técnicas para que isso se torne uma realidade.



via http://tudoparahomens.com.br/9-caracteristicas-de-uma-pessoa-timida/

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via https://www.youtube.com/watch?v=N6Aei3p4mzY

Dicas de SEO básico para blogs de viagem


Essa maravilhosa Índia e seu trânsito maluco. Foi esse o título que coloquei num de meus primeiros textos deste blog, escrito assim que desembarquei na terra do Gandhi, em 2011. Confesso que me orgulhei da escolha, parcialmente inspirada num clássico do cinema, o filme britânico Esses Homens Maravilhosos e suas Máquinas Voadoras, de 1965. Tudo muito bom não fosse um detalhe, algo que eu só fui aprender meses mais tarde: aquele título estava uma merda.

Não era um título ruinzinho não. Era horrível mesmo, um padrão que adotamos em praticamente todos os textos inciais do blog, que ganhavam títulos criativos e engraçadinhos, porém sem a menor preocupação com o mantra básico da internet: Search Engine Optimization, ou o SEO, muito prazer. Veja bem: é desse ponto de vista, do SEO, que os títulos divertidos que escolhíamos no começo do 360 eram completamente, vamos amenizar, equivocados.

Veja também: Como transformar um blog numa empresa

Como atrair leitores para um blog de viagem

Como ganhar dinheiro com um blog de viagem

fotografia digital

O que é SEO?

Para quem não sabe, SEO é um conjunto de técnicas de escrita, edição e postagem que facilitam que um texto seja encontrado pelos mecanismos de busca (Google, tô falando de você). E não há vida na internet sem o buscador. Sim, o Facebook é importante, o Instagram tem o seu valor e o Twitter vai continuar para sempre meu queridinho – por mais que eu mesmo tenha abandonado a rede do pássaro azul há tempos – mas não há nada que se compare ao Google na capacidade de levar leitores para um site.

E o problema, você já deve ter imaginado, é que ninguém que deseje saber mais sobre o trânsito na Índia digitaria no Google a expressão “Essa maravilhosa Índia e seu trânsito maluco”. Não. A pesquisa, em geral, será com coisas como “trânsito na Índia” ou, quando o pesquisador é detalhista, “Como é o trânsito na Índia”. Portanto, tá aí a primeira lição que aprendemos sobre a produção de conteúdo online, algo que estamos fazendo com, me atrevo a dizer, relativo sucesso há cinco anos: muitas vezes o título é a primeira coisa a ser sacrificada.

É por isso que há, nos blogs de viagem e de outros nichos, tantos títulos iguais e poucos criativos. Proliferam os “O que fazer em Nova York”, “Onde comer em Berlim” e “Onde se hospedar em Pindamonhangaba”. Perdoe os blogueiros por essa aparente falta de criatividade, caro leitor, mas há verdade é que é preciso fazer sacrifícios para que um texto como os citados acima, que são feitos para tirar dúvidas específicas de quem já tem um destino definido pela frente, atinjam seu alvo.

Mas o SEO não para aí, óbvio. Listo abaixo outras coisas simples que devem ser preocupação de qualquer blogueiro iniciante. Coisas que ignorávamos no começo do 360 e que nos forçaram a voltar em textos passados para um grande exercício de correção de SEO.

seo básico blogs de viagem

Keyword

Outro conceito importantíssimo é o de keyword, que é basicamente o que eu escrevi no parágrafo acima: uma palavra(s)-chave usada para buscar determinada coisa no Google. Paris, por exemplo, é uma keyword usada para pesquisar pela capital da França (ou pela Paris Hilton, o que mostra o pouco direcionamento de keyword curtas). Já “Onde comer em Paris” é uma keyword mais complexa, chamada de long tail, ou “cauda longa”, que permite o afunilamento das buscas – quem fizer esta pequisa está interessado num assunto específico e tem mais chances de ler os artigos que encontrar e até de consumir os produtos que lhe forem oferecidos – um ebook com dicas de viagem para Paris, por exemplo.

Definido o conceito de keyword, é importante saber o que fazer com ela. Por exemplo, é consenso que a palavra-chave deve aparecer no título, na url, na meta descrição, no primeiro parágrafo e se possível até em algum subtítulo. Mas cuidado para não exagerar: lembre-se que você escreve para pessoas, não para robôs. Fora que o próprio Google já encontrou formas de punir sites que fazem uso excessivo de técnicas de SEO, produzindo textos estranhos e pouco atrativos para leitores. O uso demasiado de palavras-chave pode fazer com que uma página perca posições no Google.

Torço pelo dia em que o Google fará uma mudança ainda mais drástica nesse sistema, sendo capaz de colocar em primeiro lugar nas buscas os textos originais e bem escritos para humanos – sim, eu torço pela volta da liberdade criativa máxima. Mas, enquanto isso não acontece, o importante é ser encontrado nos buscadores, mas sem sacrificar nossa essência, certo?

É possível pesquisar boas keywors em vários sites e até há mecanismos pagos para isso. Ferramentas gratuitas e oferecidas pelo próprio Google são o Adwords e o Trends.

URL

URL é a sigla para Uniform Resource Locator. Em bom português, é basicamente um endereço eletrônico que nos leva para determinada página. É importante que a URL diga algo sobre um texto. URLs formadas por números aleatórios, por exemplo, são ruins. Em geral, boas URLs contam com o título do artigo (incluindo a keyword), evitam muitas palavras de parada e não são muito grandes.

Tem URLs que precisam ser alteradas? Tudo bem, mas não se esqueça de fazer o redirecionamento, caso contrário o efeito pode ser o inverso – erros de URL não são bem vistos pelo Google.

Estrutura do texto

É importante que a Keyword apareça no primeiro parágrafo e também ao longo do texto, mas não apenas isso. Também é fundamental que o texto flua de uma forma natural. Subtítulos (H1, H2, H3, no wordpress), por exemplo, podem conter outras explicações e até a keyword. E, não custa lembrar, cuidado para não exagerar na mão e deixar o texto muito robótico. Acontece com frequência por aí

Imagens

Dois erros muito comuns – e que cometemos no princípio de nossa caminhada – envolvem a não edição das fotos. Não estou falando de Photoshop, veja bem, mas de subir a foto da forma como ela vem da câmera. Isso produz dois problemas do ponto de vista de SEO: a foto entra no blog com o nome do arquivo padrão da câmera (IMG027, por exemplo). Além disso, a imagem pode ter um tamanho muito superior ao necessário para o blog, deixando o carregamento lento, o que também atrapalha a longo prazo, além de ocupar mais espaço do que necessário no servidor. Portanto, sempre diminua a foto para um padrão do site.

Não se esqueça de preencher também as alt tags – um texto dentro da imagem que o Google usa para ler o arquivo e saber o que é. Basta, já no WordPress, clicar na imagem e preencher o campo com algo que explique do que se trata (exemplo: se for uma foto da Torre Eiffel, em Paris, escreva isso).

Vista de Fernando de Noronha

Meta descrição

É uma espécie de resumo de uma página, um texto usado pelo Google para explicar, nos resultados de busca, o que a pessoa encontrará ali caso entre no link. Além disso, o próprio Facebook usa a meta descrição para fazer a mesma coisa, com as linhas finas abaixo de um título e que explicam um link. Quando uma meta descrição não está preenchida, o Google (e o Facebook) puxam as primeiras frases do texto para exercer essa função. Uma descrição bem feita aumenta também a taxa de cliques no link. Saiba mais sobre isso aqui.

Link Building

Para saber se um site ou página merece credibilidade, uma das coisas que o Google analisa envolve os links que apontam para aquele endereço. É por isso que é importante linkar seus próprios posts entre si, de forma natural e equilibrada. É também fundamental conseguir que outros sites e páginas linkem para você. Por conta disso, há até um mercado negro de links na internet, em que empresas compram links artificiais e disfarçam a demanda de publicidade.

Se o Google descobre, o site pode ser punido – e até desaparecer do mecanismo de busca. Empresa que está interessada no link, não na publicidade, quase sempre paga muito pouco e não está disposta a usar o atributo no follow, que é a orientação do Google para esses casos, usado para mostrar aos buscadores que aquele link não deve influenciar no ranqueamento. Não sabe o que é isso? Leia aqui.

Existem várias formas para fazer com que seu site seja indicado por outros, com relevância já consolidada. Oferecer guest posts e comentar com frequência em outros sites são duas estratégias válidas, mas estamos convencidos que o mais importante é escrever, em seu próprio site, um conteúdo de muita qualidade e que não possa ser ignorado pelos outros. Os links e indicações chegam naturalmente, inclusive de sites e grandes portais. Mas leva tempo, claro.

Como avaliar o trabalho de SEO: Analytics e Yoast

O Google Analytics é a ferramenta do próprio buscador que permite que você veja estatísticas detalhadas da visitação do seu site – quantos visitantes por dia, onde eles estão, o que buscam, as páginas mais visitadas, a idade e o navegador usado – tudo está lá. Nesse link aqui você aprende mais sobre como instalar e usar o Analytics.

Também usamos o WordPress SEO Yoast, um plugin que analisa como está o SEO de um texto e sugere mudanças. Leia sobre esse assunto aqui.

Repita comigo: você não escreve para robôs

É fundamental conhecer essas regras básicas para ter coragem de fazer outra coisa ainda mais importante: quebrá-las. Vez por outra você vai achar aqui no 360 textos que ignoram muitas dessas regras. Os títulos voltaram a ser criativos, muitas vezes nos esquecemos da keyword e entendemos que, no final das contas, escrevemos para seres humanos, não para os robôs do Google.

A questão central é entender que há vários tipos de leitores dentro de um blog. Nós temos os leitores que vêm do Google e que querem respostas para uma pergunta específica e urgente. Esses leitores, que são a maioria, entram aqui, leem um texto, e logo seguem seu caminho para outro site. Mas temos também os leitores que chegam via Facebook – e esses não gostam de títulos quadradrões como os do Google. O bom é que o Facebook permite que páginas alterem os títulos originais de um link antes de postá-lo, tornando possível que um texto pensado para o Google se fique mais interessante para quem está na rede social.

Narrativas de viagem para blogueiros

Por fim, há nosso leitor favorito, aquele que digita 360meridianos.com no buscador e entra aqui, todos os dias, procurando novidades, de textos legais para ler e de informações interessantes. É para ele que escrevemos nossos melhores textos. É por isso que o 360 nunca será um blog focado e voltado somente para o Google e para o SEO. Não temos nada contra sites assim, mas nosso objetivo não é apenas criar um local de passagem. Queremos criar comunidades, incentivar o diálogo, a leitura e a reflexão sobre o turismo.

Foi fundamental entender a diferença entre esses três perfis de público para sermos capazes de ignorar algumas regras de SEO, sobretudo em textos não tão focados para um leitor que vem do Google. Por exemplo, este artigo não tem a keyword no primeiro parágrafo. O Yoast está gritando que isso é um erro, mas será ignorado e o texto continuará assim. Uma analogia possível é com o fotômetro da câmera. É fundamental saber usá-lo, mas um bom fotógrafo sabe que é preciso ignorar as marcações uma vez ou outra. Ainda, conforme já explicamos em outros textos, até nossa tabela de postagens é pensada de forma a atender esses diferentes públicos, com um balanceamento com textos focados em SEO, textos para o leitor do dia a dia e textos pensados para viralização no Facebook.

Não tem nada mais triste que um texto bom, mas sacrificado por um primeiro parágrafo cheio de keywords e feito para prender a atenção do Google, não do leitor. Blogar é contar histórias, blogar sobre viagens é contar histórias de viagem. Nada mais que isso. E só robôs se interessam por uma história que começa com uma frase padrão, repetida de forma exaustiva e desconexa ao longo do texto. Com sorte, um dia nem os robôs do Google se prenderão a textos assim.

*Fotos: 360meridianos e Shutterstock

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11 jeitos de relaxar e gerar serotonina sem precisar bater uma


A serotonina é um neurotransmissor que atua no cérebro regulando o humor, sono, apetite, ritmo cardíaco, temperatura corporal, sensibilidade a dor, movimentos e as funções intelectuais. Veja como aumentar os níveis dessa substância no corpo!

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China protege sus arrecifes de coral



A finales de 2016 el gobierno chino informaba de su determinación de acabar con el tráfico y la manufactura del marfil dentro de sus fronteras. Hoy la buena noticia afecta a sus mares. Más concretamente a los arrecifes de coral y al comercio de los recursos naturales que se obtienen de manera furtiva en sus aguas.

A comienzos de este año, mientras políticos y diplomáticos se centraban en las tensiones sobre que país controla la región National Geographic informaba sobre la destrucción ambiental que tiene lugar en el Mar de China Meridional. La pesquería de mar Meridional de China, una de las más grandes del mundo, está al borde del colapso y cientos de kilómetros de arrecifes de coral, algunos de los más ricos en biodiversidad del mundo, han sido enterrados bajo islas artificiales o esquilmados en la búsqueda de almejas gigantes.

Esta, la caza furtiva de almejas gigantes, es precisamente la principal causa de la destrucción de arrecifes en el Mar de China Meridional. Se calcula que alrededor del 10% de los ecosistemas coralinos de la zona han sido destruidos en los últimos años por los pescadores chinos que sobreviven de la búsqueda y captura de estos bivalvos gigantes. El comercio en auge en Tanmen, ciudad portuaria en la provincia sureña china de Hainan, ha hecho de la pesca, tallado y venta de conchas de almejas gigantes, así como de su talla y empleo en joyería, un lucrativo negocio.

Alrededor del 10% de los ecosistemas coralinos de la zona han sido destruidos en los últimos años

Ahora, en un intento declarado de proteger el medio ambiente marino, la provincia de Hainan ha prohibido el procesamiento y comercio de almejas gigantes, producto marino que ha visto un aumento en el comercio ilegal. "Se prohíbe estrictamente la caza furtiva y el transporte ilegal de estos animales, incluyendo su cadáver y sus productos", ha declarado la Oficina de Gestión Pesquera que asegura, a su vez, que se encargará de velar por el cumplimiento de la nueva premisa legal.

Almejas, el marfil del mar Meridional

El comercio de almejas gigantes comenzó en la década de 1990 cuando los pescadores Tanmen habían agotado las aguas costeras y necesitaban complementar sus ingresos. Un subsidio de pesca promovido por el gobierno les ayudó a viajar más lejos en el Mar Meridional de China, donde encontraron gigantes conchas de almejas enterradas en los arrecifes de coral. Surgió así una nueva industria familiar en Tanmen basada en la producción de artesanías a partir de almejas gigantes para los turistas ricos que iban a pasar sus vacaciones en los centros turísticos de Hainan.

En la actualidad, hay unos 150 talleres de procesamiento y 900 tiendas en Tanmen

En la actualidad, según informes de varias autoridades, hay unos 150 talleres de procesamiento y 900 tiendas en Tanmen. Las ventas alcanzaron los 430 millones de dólares el año pasado, dijo Cao Yeke, director de la Asociación de Almejas gigantes de Hainan, a ECNS, la web en inglés del servicio de noticias estatal, China News Service.

Las almejas gigantes, que pueden crecer hasta casi cuatro pies de ancho juegan un papel muy importante en el ecosistema marino al filtrar los contaminantes en el agua. Además, estos lechos de coral proporcionan un hábitat muy importante para el sustento de la vida marina, por lo que la destrucción necesaria para obtenerlas las almejas de los arrecifes acaba con grandes franjas de coral, exacerbando el ya crítico problema de sobrepesca en la región.

Los que han estudiado el comercio no confían en que estas nuevas regulaciones cambien mucho. "Aunque la nueva norma es muy completa, no estoy seguro de cuán efectivamente se aplicará", dijo Zhang Hongzhou, investigador de la Universidad Tecnológica de Nanyang en Singapur, en un correo electrónico. “Vender almejas gigantes siempre ha sido ilegal bajo otras leyes, pero su aplicación era muy liviana. Mi preocupación es que mientras exista la enorme demanda de los productos obtenidos de estas almejas gigantes, las acciones tomadas del lado de la oferta solo tendrán efectos limitados".

Por el contrarío, Greg Poling, del Centro de Estudios Estratégicos e Internacionales con sede en Washington, señala que el mercado ha experimentado un cambio en el último año. "Por muchas razones, la campaña anticorrupción del presidente chino Xi Jinping socavó la demanda de las costosas joyas y estatuas talladas a partir de la concha de almeja gigante, lo que finalmente puso fin a la devastadora extracción de almejas en las Islas Spratly", (en el mar de China Meridional).

Sin embargo, Zhang afirma que el mercado estaba completamente en auge cuando visitó Tanmen en diciembre. "Los trabajadores de los talleres de almejas gigantes estaban muy ocupados haciendo nuevos productos. Todavía pueden verse las pilas y montones de almejas gigantes crudas acumuladas detrás de la calle principal“.



via http://www.nationalgeographic.com.es/naturaleza/actualidad/china-protege-sus-arrecifes-coral_11030